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quarta-feira, 17 de junho de 2009

estão bonitos pá!




Um leitor enviou estas fotos argumentando que o Arquitecto Rui Binachi, que o Macedo Vieira apelida de "... do regime", ter-se-á inspirado no Pinhal de Leiria.

Não me conformo com estes insultos à obra do Dr. Macedo Vieira, até porque acho que esta é uma das que vai durar 100 anos.










segunda-feira, 30 de março de 2009

póvoa de varzim é pioneira

Três mil cidades em todo o mundo, das quais sete são portuguesas, ficaram às escuras entre as 20:30 e as 21:30 deste sábado, num alerta para a necessidade de medidas urgentes para combater as alterações climáticas.

A responsável pela comunicação da WWF-Portugal, Ângela Morgado, explicou que a acção foi "simbólica e pretendeu alertar as pessoas para a necessidade de, na sua vida quotidiana, pensarem na pressão que exercem sobre o planeta, e reduzirem a sua 'pegada' ecológica".

Em Portugal, onde aderiram as cidades de Lisboa, Tomar, Águeda, Vila Nova de Famalicão, Funchal, Almeirim e Guimarães, a organização estima a adesão de 500 mil pessoas.

Estas são as que eu considero notícias falsas e que apenas visam denegrir a imagem da nossa querida cidade Póvoa de Varzim e a honra do seu timoneiro há 16 anos, o Dr. Macedo Vieira.

Isto de cidade sem luz já existe por cá há muitos anos e é fruto de um trabalho sustentado da autarquia que visa tornar o mundo mais verde.

Da mesma forma já existia na Póvoa uma cidade sem automóveis antes do Durão Barroso vir para cá com essa ideia.

Essas cidades do mundo deveriam dizer bem alto: vamos juntar-nos a essa cidade pioneira que é a Póvoa de Varzim.

Vejam se não é verdade.

terror


























terça-feira, 24 de março de 2009

embuste na energie


Foto Jornal Público

Achei muito estranha a vinda de José Sócrates à Póvoa de Varzim para visitar a “Energie”, a fábrica de painéis solares do amigo do Macedo Vieira e em véspera de saída da Associação Comercial, onde não deixou saudade, Luís Rocha, e o apelo aos portugueses (vá-se lá saber quais portugueses) para comprarem o material aí fabricado.

Como já havia achado estranha aquela história da água quente na praia das salmonelas.

Tudo requentado. Pois bem:

JORNAL “PÚBLICO” ÚLTIMA HORA

Especialistas de energia denunciam "embuste" na visita de Sócrates e Pinho à Energie

Leia tudo aqui.




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

esclarecimento de um leitor


voz da póvoa-o embuste!









O que a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim está a fazer na praia é uma violação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 25/99 (D.R. n.º 81, Série I-B de 1999-04-07) e pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 154/2007 (D.R. n.º 190, Série I de 2007-10-02).
E o que o jornal Voz da Póvoa veio fazer com a notícia publicada na sua edição de 19 de Fevereiro último foi tentar branquear a entrega da construção de apoios de praia ilegais a empreiteiros da confiança dos autarcas, como é a Cardoso do Monte, SA, nascida das cinzas da Avelino Gomes do Monte, SA, ainda por cima com a chancela do "arquitecto do regime" que agora é Presidente da Concelhia social-democrata.
Uma vergonha!
Ninguém de bom senso pode pensar que o Ministério do Ambiente impõe a construção de tais mamarrachos.
Foi aprovada legislação (os POOC) que, após estudo e ponderação das Câmaras Municipais, se pudesse enquadrar em cada praia, consoante as suas características.
Isto é óbvio.
O que na Póvoa de Varzim se fez foi aprovar “apoios de praia” denominados “completos” que se caracterizam por terem uma área máxima de 140 m2 (70 m2 por 70 m2).
Ora, segundo o artº 54 do Regulamento do Plano de Ordenamento da Orla Costeira de Caminha-Espinho, que pode consultar aqui, “as instalações de apoio à praia localizar-se-ão junto aos acessos ao areal”.

Não em pleno areal como se vê na nossa cidade.

É preciso que a oposição denuncie esta situação ao Ministério do Ambiente.

Artigo 52.º
Instalações em área de domínio público hídrico
1 - As instalações permitidas na área do DPM assegurarão, funções de apoio à utilização da praia, subdividindo-se em apoios de praia e equipamentos.
2 - A manutenção instalações existentes é definida em função da tipologia da praia, da sua localização. das suas características construtivas e do seu estado de conservação.





Artigo 53.º
Tipologia dos apoios de praia e equipamentos
1 - Os apoios de praia subdividem-se em:
a) Apoio de praia mínimo;
b) Apoio de praia simples;
c) Apoio de praia completo;
d) Apoio de praia recreativo;
e) Apoio balnear.





2 - Os equipamentos permitidos em área do DPM correspondem a instalações existentes e subdividem-se em:
a) Equipamentos;
b) Equipamentos com funções de apoio de praia.


Artigo 54.º
Localização e quantificação das instalações de apoio de praia
1 - As instalações de apoio à praia localizar-se-ão junto aos acessos ao areal, fora das áreas sensíveis (zonas húmidas e áreas de vegetação rasteira e arbustiva), garantindo a sua implantação a compatibilização entre a protecção dessas áreas e a qualidade de serviços aos utentes.
2 - A implantação de instalações de apoio à praia no areal só será permitida a apoios de praia não infra-estruturados, como sejam o apoio de praia recreativo, o apoio balnear e o apoio de praia mínimo.
3 - Os apoios de praia infra-estruturados situar-se-ão na proximidade de vias infra-estruturadas, preferencialmente no passeio marginal e na frente urbana, podendo estas construções ser fixas ou indesmontáveis. As instalações cuja implantação, por inexistência de alternativa fora das áreas referidas, seja na antepraia (face do passeio marginal) ou em áreas de vegetação rasteira e arbustiva serão do tipo desmontável e construídas sobre estacas.
4 - As instalações de apoio à praia infra-estruturadas são os apoios de praia simples, os apoios de praia completos, os equipamentos com funções de apoios de praia e os equipamentos.
5 - O número de unidades de apoio será estabelecido, para cada praia, em função da sua capacidade de utilização, de acordo com o quadro n.º 4 do anexo II ao presente Regulamento.
6 - Nas praias em que existam equipamentos na face do areal, estes passarão a equipamentos com funções de apoio de praia, substituindo, sempre que possível, a unidade de apoio completo referida no quadro mencionado no número anterior.
7 - Aos equipamentos com funções de apoio de praia será exigida uma área de apoio à praia, correspondendo a 10% da superfície coberta actualmente ocupada. O serviço de apoio proporcionará as seguintes funções e serviços:
a) Informação e assistência a banhistas;
b) Instalações sanitárias;
c) Balneários/vestiários;
d) Comunicações de emergência;
e) Recolha de lixos e limpeza da praia.




quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

pooc que os pariu


Tinha em mente fotografar o escândalo, mas os energúmenos do costume colocaram o Kilores de plantão à porta da minha casa para me espetar um arraial de porrada.

Aguardei pacientemente.

Não sei as razões que estão por trás da aprovação disto que se convencionou chamar POOC (Planos de Ordenamento da Orla Costeira) que permite a construção do que denominaram “Apoios de Praia”.

Sabemos que grande parte das leis é aprovada com deficiências. Cabe a quem tem de as aplicar verificar se o texto se enquadra na situação concreta. É uma questão de racionalidade.

Sabemos também que, desde há muitos anos, nada do que esta Câmara poveira aprova se apoia em critérios de inteligência e defesa do interesse público.

Por isso é com grande revolta que assisto à construção de enormes mamarrachos no areal poveiro, espaço privilegiado da cidade e, esse sim, o seu melhor cartão postal.

Nos últimos dias vi o mar bravo, com intuitos destruidores. Ansiosamente pedi que galgasse o seu humanamente limitado território e limpasse aquilo que mãos sujas edificam.


Aliviava a enorme vontade de exteriorizar a crescente raiva interior.