Mostrar mensagens com a etiqueta associações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta associações. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de junho de 2009

associações


Em aditamento ao post de ontem convém lembrar aos leitores o dinheiro que o Governo enviou para a Póvoa só para instituições.

Uma fortuna. E os resultados?


























terça-feira, 16 de junho de 2009

coitados dos bombeiros!


A imagem actual do associativismo poveiro é a de Macedo Vieira: feia,gasta e sem ideias.

O esquema é igual em todas elas. Meia dúzia de indivíduos, tidos por amigos entre eles, decidem apresentar uma lista a eleições na associação.

Da mesma pouco sabem. Por norma, a lista vencedora vem no seguimento da anterior, em que normalmente sai o Presidente e sucede-lhe o vice ou outro qualquer.

Primeiro objectivo: promoção pessoal. Por isso não raras vezes se vêm advogados, empresários, pseudo-políticos e reformados. Reformados são em maior número. Vão para casa cedo e depois começam a falar sozinhos e as mulheres não os querem e mandam-nos para as associações para ocuparem o tempo.

Quase todos os associativistas primam pela mediocridade.

Em vez de contratarem profissionais para controlar a gestão da instituição preferem enfiar-se lá e entrar em todos os vícios e relações promíscuas que daí advêm.

Não é conhecida qualquer instituição na cidade da Póvoa de Varzim que tenha obtido um crescimento por mérito dos seus dirigentes.

Todo o orçamento é suportado pelo Estado e pelas quotizações dos associados.

Imagine, pois, o leitor quanto dinheiro não terá saído dos seus bolsos para tipos como o Ângelo Lima ou o Silva Pereira, apenas para citar dois dos mais cinzentos associativistas do burgo.

Nos últimos anos há um que se tem arrastado pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim.

De político passou a cidadão, de cidadão passou a associativista e de associativista vai passar a professor que é o lugar dele, tão medíocre tem sido a sua actividade como Presidente.

Veja o leitor a foto do interior do edifício pela entrada da Rua Santos Minho.

Uma vergonha!

E agora do fundo do coração quero lançar um apelo ao Dr. Macedo Vieira:

Dr. Macedo Vieira! O senhor sabe que eu nunca lhe bati à porta para nada e, por esse motivo, estou à vontade para lhe fazer o seguinte pedido, esperando da sua parte um resposta positiva a este humilde cidadão:

Dr. Macedo Vieira, pá, mande lá a LIPOR!
















quarta-feira, 6 de maio de 2009

guerra na associação comercial

Momento em que Leroy & Brandão entra de rompante nas instalações, acompanhado do seu advogado, no intuito de impugnar o já agendado acto eleitoral.


Depois de anos de gestão ruinosa da associação centenária, em que só a intervenção da Polícia Judiciária poderia trazer luz sobre as actividades de Fernando Barbosa e seus colaboradores, eis que surgem duas clínicas médicas a disputar de forma acesa a liderança da instituição, em eleições que se vão realizar no próximo dia 07, sucedendo à descarada nulidade que constituiu o mandato de Luís Rocha e do seu cunhado, o vice-presidente para a formação e seus dinheiros.


Incrédulos perguntarão os poveiros: e porquê duas clínicas médicas?

Não sei. Vão investigar.

terça-feira, 21 de abril de 2009

corram com eles!



O mandato de Luís Rocha e seus comparsas à frente da Associação Comercial da Póvoa de Varzim deve ter sido dos momentos mais patéticos desta pacata cidade.

E o que é mais fantástico é verificar a forma como ele convenceu tipos que por aí se arrogam donos da verdade e, de repente, se vêm envolvidos nas mais ridículas figuras.

Ele até poderia vir com a ideia da construção da nova sede no Parque Industrial de Laúndos e convencer o da Câmara a ir lá inaugurar a instalação da primeira pedra. Nada o impede.

O que me deixa perplexo é como um tipo que está no poder autárquico há 13 anos, na época, se deixa levar numa cantiga destas.

Só encontro uma explicação: o narcisismo dele é tão evidente que nem se apercebe que o seu nome vai ficar ligado a algumas das cenas mais hilariantes do século.

Agora reparem no último editorial do “Boletim Informativo” da Associação. Parece que vão chorar. Coitados.

No lado positivo do trabalho só se encontram coisas negativas: Diminuição do pessoal, o comboio turístico que é uma trenguice, a publicação do B.I. que é uma pobreza, formação de que eles se queixam porque a Câmara faz concorrência, afastamento da empresa formadora que ainda continua lá, com outra cara, estabilização da conta corrente com a contracção de um empréstimo para liquidar o IVA que desapareceu no reinado do Fernando Barbosa e, por fim, a constituição da UAC.

No lado negativo é hilariante a referência aos infantários.

O que é que a Associação Comercial tem a ver com os infantários?

Resposta simples: o vice-Presidente que quer continuar e suceder a Luís Rocha é proprietário de um infantário.

Cambada de malandros!






terça-feira, 14 de abril de 2009

luís o mágico

Era um empresário de sucesso, envolvido nas energias renováveis, com o perfil certo para comandar os destinos de uma associação moribunda.

Ideias abundavam retiradas de um qualquer manual de “Como Ser Empresário Sem Estudar”.

Objectivo primordial: reunir em volta da associação todos os industriais e comerciantes da cidade, de forma a sufocar e deixar sem espaço de manobra a nova denominada ACAL.

Rosas foram distribuídas na companhia das tricanas, gentilmente cedidas pelo Tone Pereira que desta vez prescindiu do dele.

Um pólo no Parque Industrial de Laúndos foi inaugurado, lançando-se a primeira pedra, com o esforço braçal de Macedo Vieira, sempre pronto para inaugurações onde constem placas alusivas ao acto com o nome dele, porque é ele e não outro.

Esse, por sua vez, cometia mais um deslize a somar a tantos outros, como o falhanço do Garrett, o do Parque da Cidade, o do túnel da Avenida, o das pelamis "do grego serpente", o do centro histórico da Matriz e, por fim, o do Varzim.

Dá dó, alguém disse.


















terça-feira, 31 de março de 2009

aceitam-se comentários!

A ideia inicial era apenas publicar a foto sem qualquer texto e deixar à imaginação dos leitores exporem o que se lhes afigurasse pertinente.

De um lado Macedo Vieira e do outro o mágico Luís de Matos na instalação da primeira pedra do suposto pólo no Parque Industrial de Laúndos da nova sede da Associação Comercial da Póvoa de Varzim.


Recordando a expressão de peliteiro: "dá dó este Macedo Vieira".

O texto será publicado amanhã.

terça-feira, 17 de março de 2009

associações (1)


Odete Costa está já há um ano à frente do Instituto Mardebeiriz de apoio a crianças carentes, mas nada de valioso se lhe pode apontar, a não ser o facto de ter introduzido a política na instituição, algo que considero muito grave e deve ser motivo de reflexão de todos os poveiros em geral, e da Segurança Social em particular.



associações (2)


Em final de mandato Luís Rocha da Associação Comercial diz que está de saída.

Mas como é que alguém pode estar de saída se nunca entrou?