Isabel uma jovem enfermeira poveira, na casa dos 30 anos, engravidou sem contrair matrimónio. Resolveu contar aos pais, gente regularmente frequentadora da Igreja, e expressou a sua vontade de ter o filho.
As reacções foram violentas, sendo que o pai terá dito: «és enfermeira, sabes muito bem como te livrar disso». E a irmã, já depois do filho nascer disse que Isabel era a vergonha da família.
Após muitas pressões e insultos da própria família, Isabel resolveu contar tudo num jornal local.
O pai não se conteve e resolveu apresentar uma queixa-crime contra a filha por difamação.
A leitura da sentença foi no passado dia 11 de Dezembro e a Isabel foi condenada em Tribunal pelo crime de difamação agravada, num total de 2 400 Euros, sendo 900 de custas e 1500 de indemnização ao pai pelo atentado à honra, o pai que por ser “ministro da Igreja” sempre se manifestou contra o aborto, como qualquer bom católico.
Desde que resolveu comunicar aos pais a gravidez, a Isabel foi de imediato expulsa de casa, foi insultada diversas vezes, esteve sujeita a internamento psiquiátrico por depressão, todo este tempo cuidou do filho que sempre tentou proteger, nunca apresentou qualquer queixa pela violência do tratamento recebido dos pais e foi finalmente repelida na sua tentativa de reaproximação ao pai acompanhada do filho já nascido.
Eu sei quem é o pai e na primeira oportunidade que surja em público publicarei aqui a sua fotografia, numa cerimónia típica da presença dos tradicionais padrecos.
As reacções foram violentas, sendo que o pai terá dito: «és enfermeira, sabes muito bem como te livrar disso». E a irmã, já depois do filho nascer disse que Isabel era a vergonha da família.
Após muitas pressões e insultos da própria família, Isabel resolveu contar tudo num jornal local.
O pai não se conteve e resolveu apresentar uma queixa-crime contra a filha por difamação.
A leitura da sentença foi no passado dia 11 de Dezembro e a Isabel foi condenada em Tribunal pelo crime de difamação agravada, num total de 2 400 Euros, sendo 900 de custas e 1500 de indemnização ao pai pelo atentado à honra, o pai que por ser “ministro da Igreja” sempre se manifestou contra o aborto, como qualquer bom católico.
Desde que resolveu comunicar aos pais a gravidez, a Isabel foi de imediato expulsa de casa, foi insultada diversas vezes, esteve sujeita a internamento psiquiátrico por depressão, todo este tempo cuidou do filho que sempre tentou proteger, nunca apresentou qualquer queixa pela violência do tratamento recebido dos pais e foi finalmente repelida na sua tentativa de reaproximação ao pai acompanhada do filho já nascido.
Eu sei quem é o pai e na primeira oportunidade que surja em público publicarei aqui a sua fotografia, numa cerimónia típica da presença dos tradicionais padrecos.
