Há dois tipos de pessoas que odeio:
1- Os corruptos, porque actuam para retirar vantagens patrimoniais de forma ilegal.
2- Os denominados “chico espertos”, aqueles que fazendo uso de artimanhas pretendem obter proveitos pessoais para si ou para alguém próximo.
Caldeira Figueiredo, até prova em contrário de que não é corrupto, enquadra-se perfeitamente na segunda categoria: o “chico esperto”.
Desde a forma como entrou para a Direcção do Clube Desportivo da Póvoa, até à candidatura a um primeiro mandato e à reacção negativa que teve contra o seu opositor nas eleições para o segundo mandato, tudo nele levanta suspeição.
Se dúvidas existissem as mesmas rapidamente se dissiparam com a ânsia revelada de obter proveitos financeiros com a elaboração do projecto das futuras (eventuais) instalações do CDP no Parque da Cidade, que ele logo apresentou, em exclusivo num jornal local, numa entrevista mais que caricata, em que as perguntas estavam elaboradas em função das respostas, ou seja, nada havia de espontâneo da parte do jornalista que assinou a peça, o que me leva a pôr em causa a seriedade do jornal “O Comércio da Póvoa”.
Os poveiros leitores deste blog rapidamente descobriram a artimanha, por um lado, mas também se aperceberam da personalidade enviesada de um indivíduo com algumas limitações intelectuais, desde logo denotadas no comportamento evidenciado em todo este processo.
109, ou seja 87% dos leitores, pretendem a sua demissão e só 15, ou seja 12%, gostariam de o ver continuar na Presidência.
Correr com ele é a coisa mais simples deste mundo, desde que haja vontade: requerimento dirigido ao Presidente da Assembleia com a assinatura de 50 associados a pedir a convocação de uma reunião extraordinária para a destituição desta Direcção.
A Póvoa de Varzim e o Clube Desportivo da Póvoa precisam correr com tipos como este.
1- Os corruptos, porque actuam para retirar vantagens patrimoniais de forma ilegal.
2- Os denominados “chico espertos”, aqueles que fazendo uso de artimanhas pretendem obter proveitos pessoais para si ou para alguém próximo.
Caldeira Figueiredo, até prova em contrário de que não é corrupto, enquadra-se perfeitamente na segunda categoria: o “chico esperto”.
Desde a forma como entrou para a Direcção do Clube Desportivo da Póvoa, até à candidatura a um primeiro mandato e à reacção negativa que teve contra o seu opositor nas eleições para o segundo mandato, tudo nele levanta suspeição.
Se dúvidas existissem as mesmas rapidamente se dissiparam com a ânsia revelada de obter proveitos financeiros com a elaboração do projecto das futuras (eventuais) instalações do CDP no Parque da Cidade, que ele logo apresentou, em exclusivo num jornal local, numa entrevista mais que caricata, em que as perguntas estavam elaboradas em função das respostas, ou seja, nada havia de espontâneo da parte do jornalista que assinou a peça, o que me leva a pôr em causa a seriedade do jornal “O Comércio da Póvoa”.
Os poveiros leitores deste blog rapidamente descobriram a artimanha, por um lado, mas também se aperceberam da personalidade enviesada de um indivíduo com algumas limitações intelectuais, desde logo denotadas no comportamento evidenciado em todo este processo.
109, ou seja 87% dos leitores, pretendem a sua demissão e só 15, ou seja 12%, gostariam de o ver continuar na Presidência.
Correr com ele é a coisa mais simples deste mundo, desde que haja vontade: requerimento dirigido ao Presidente da Assembleia com a assinatura de 50 associados a pedir a convocação de uma reunião extraordinária para a destituição desta Direcção.
A Póvoa de Varzim e o Clube Desportivo da Póvoa precisam correr com tipos como este.
































