Segundo notícia do jornal “Público” parece que vários militantes do PSD da Póvoa de Varzim, a coberto do anonimato, terão manifestado o seu desagrado a Manuela Ferreira Leite por Aires Pereira constar da lista de Macedo Vieira às próximas autárquicas de 11 de Outubro, depois de este ter sido definitivamente condenado por crime de abuso de poder no denominado “Caso Dourado”.
Torna-se óbvia a identificação desses militantes, até porque o único que deu a cara foi Mário de Sá Peliteiro no seu blog “Impressões de Um Boticário de Província”, aliás o elemento que desencadeou toda esta polémica.
O leitor não consegue saber quem se manifestou junto de Ferreira Leite?
Foi Diamantino e a sua secretária, a da JSD, que pretende ser vereadora, como já pretendia em 2005, o qual por não ter visto o seu nome como número 2 de Macedo Vieira não conteve a necessidade de mandar uma facada nas costas de Aires Pereira, com quem já se vem desentendendo há vários anos, ao ponto de quase entrarem em confronto físico.
E a história conta-se em breves palavras:
Logo que Peliteiro publicou a notícia, Diamantino reuniu as tropas e pediu ao Padre Mindinho para escrever um texto do género do da “seally season”, ao que este terá de imediato acedido não sem antes soltar uma estridente gargalhada pelo facto de a seally season ser a sua season preferida.
E Mindinho lá foi para o Gabinete-la-la-la-la, a cantar as músicas do seu compadre de carteira, o José Cid.
Elaborado o texto, Padre Mindinho levou-o ao Diamantino:
Luzi aqui tens Luzi.
O quê?
Aquilo que me pediste. Aquilo da seally season. Eh eh eh! Ria Mindinho.
Deixa-me ler. Está porreiro Mindinho.
É o meu melhor texto desde o 25 de Abril.
Por prudência Diamantino levou o texto a Morcego Vieira para este ler.
Quando entrou no Gabinete Morcego torcia-se de dores pelo facto de estar em absoluta necessidade de sorver o sangue dos poveiros.
Os sinais em vermelho adviriam de uma pomba estrafegada com os dentes que antes pousara na janela de Morcego.
Este shaingue de pomba num vales nada. Disse ele para Diamantino.
Morcego, trago-te aqui o texto para a Manuela Ferreira Leite para quilharmos o Aires.
Aí Morcego deu uma gargalhada assustadora e uivou como um lobo.
Deilxa-me ler, deilxa-me ler.
Muito concentrado Morcego começou a ler o texto, franziu uma ou outra vez o sobrolho, trincou a unha num determinado trecho até que soltou uma gargalhada que quase ia estragando o papel.
É que Morcego não larga só saliva. Veja:
Torna-se óbvia a identificação desses militantes, até porque o único que deu a cara foi Mário de Sá Peliteiro no seu blog “Impressões de Um Boticário de Província”, aliás o elemento que desencadeou toda esta polémica.
O leitor não consegue saber quem se manifestou junto de Ferreira Leite?
Foi Diamantino e a sua secretária, a da JSD, que pretende ser vereadora, como já pretendia em 2005, o qual por não ter visto o seu nome como número 2 de Macedo Vieira não conteve a necessidade de mandar uma facada nas costas de Aires Pereira, com quem já se vem desentendendo há vários anos, ao ponto de quase entrarem em confronto físico.
E a história conta-se em breves palavras:
Logo que Peliteiro publicou a notícia, Diamantino reuniu as tropas e pediu ao Padre Mindinho para escrever um texto do género do da “seally season”, ao que este terá de imediato acedido não sem antes soltar uma estridente gargalhada pelo facto de a seally season ser a sua season preferida.
E Mindinho lá foi para o Gabinete-la-la-la-la, a cantar as músicas do seu compadre de carteira, o José Cid.
Elaborado o texto, Padre Mindinho levou-o ao Diamantino:
Luzi aqui tens Luzi.
O quê?
Aquilo que me pediste. Aquilo da seally season. Eh eh eh! Ria Mindinho.
Deixa-me ler. Está porreiro Mindinho.
É o meu melhor texto desde o 25 de Abril.
Por prudência Diamantino levou o texto a Morcego Vieira para este ler.
Quando entrou no Gabinete Morcego torcia-se de dores pelo facto de estar em absoluta necessidade de sorver o sangue dos poveiros.
Os sinais em vermelho adviriam de uma pomba estrafegada com os dentes que antes pousara na janela de Morcego.
Este shaingue de pomba num vales nada. Disse ele para Diamantino.
Morcego, trago-te aqui o texto para a Manuela Ferreira Leite para quilharmos o Aires.
Aí Morcego deu uma gargalhada assustadora e uivou como um lobo.
Deilxa-me ler, deilxa-me ler.
Muito concentrado Morcego começou a ler o texto, franziu uma ou outra vez o sobrolho, trincou a unha num determinado trecho até que soltou uma gargalhada que quase ia estragando o papel.
É que Morcego não larga só saliva. Veja:
