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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

garcia e a mss




Sinceramente fico sensibilizado com a posição tomada pelo Arquitecto Silva Garcia, após ver confirmada a absolvição do crime de que vinha acusado por Macedo Vieira e Aires Pereira.

Exigir o pagamento das custas judiciais pelos próprios, sem uso do erário público, até me parece uma posição moralmente correcta, como também, do ponto de vista religioso, me parece lógico um “pedido de desculpas” pelos autarcas referidos pelas maçadas que lhe causaram.

Porém, ambas as posições me parecem inviáveis, desde logo porque estes autarcas são indivíduos sem escrúpulos, sem uma ponta de vergonha e sem qualquer tipo de sensibilidade.

O que mais me espantou, porém, foi o jornal Póvoa Semanário fazer coro com o Arquitecto e lançar uma bandeirada de cor amarela para, no fundo, vir dizer que subscrevia a posição do Arquitecto emitida no seu blog.

O quê que o jornal tem a ver com o assunto? Quando estão fartos de saber que muito mais dinheiro é esbanjado em coisas sem qualquer interesse e nunca se pronunciam.

Não teria sido mais contundente fazer referência à condenação por crime de abuso de poder de Aires Pereira e António Dourado?

O leitor sabe o que Aires Pereira fez com o dinheiro das custas?

Limpou aquelas partes.

Perdão!

Fundou a equipa do Póvoa Club BTT, toda financiada pela Câmara Municipal, em parceria com a MSS, a tal do Povoa Cycling Club, clube que foi extinto, mas a que haveria de ser dado seguimento tendo em conta os muitos negócios em jogo.

É que terminada a obra do museu, entregue à MSS, muito mais haverá para dar à empresa.

Ou julgam que é tudo para a ressuscitada das cinzas Avelino Gomes do Monte, SA, agora denominada Cardoso do Monte, SA?







terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

e os condenados?


Na última semana soube-se que o ex-vereador do PS, Silva Garcia, viu a sentença de absolvição ser confirmada pelo Tribunal da Relação do Porto, depois de um processo-crime em que Macedo Vieira e Aires Pereira se queixavam de que haviam sido injuriados por um artigo saído num jornal local em que Silva Garcia, na qualidade de cidadão, criticava a posição dos referidos autarcas relativamente à instalação de portagens na IC1, salientando que manobravam “de forma idiota” o princípio do utilizador pagador.

Nada de particularmente relevante, nada que não fosse esperado.

O que todos os cidadãos poveiros têm que estranhar é as razões por que o “Caso Dourado” nunca mais teve notícias públicas relativamente ao recurso interposto por Aires Pereira e António Dourado para o Tribunal Constitucional, tendo em conta que o primeiro se prepara para apresentar candidatura a um novo mandato autárquico.

Como muitos outros poveiros não gostaria de ver um autarca na Câmara condenado por crime de abuso de poder.